Claro! Aqui está uma versão em português brasileiro, adaptada para leitura fluida e acessível:

Jack Dorsey demite quase metade da equipe da Block e aposta em IA para aumentar produtividade
O CEO da Block (antiga Square), Jack Dorsey, anunciou recentemente a demissão de cerca de 4.000 funcionários, quase metade do quadro total da empresa. Em carta aos acionistas, Dorsey afirmou que a decisão se baseia em ganhos de produtividade proporcionados pela internet, dizendo que “uma equipe menor, equipada com ferramentas digitais, consegue fazer mais e com mais qualidade”.
No entanto, a visão de Dorsey não foi bem recebida pelos funcionários, atuais e desligados. Diversos colaboradores afirmaram em entrevistas que a interpretação do CEO sobre o potencial da internet é exagerada e até “performática”.
Dorsey planeja transformar a Block em uma espécie de “mini AGI” (inteligência geral), destacando que tecnologias como Opus 4.6 da Anthropic e Codex 5.3 da OpenAI teriam trazido uma mudança radical. Mas engenheiros apontam que atualmente cerca de 95% do código gerado por essas ferramentas ainda precisa de ajustes humanos significativos, não atendendo aos padrões da empresa.
Ex-funcionários revelam que, nos últimos nove meses, a companhia pressionou a equipe a usar e treinar constantemente ferramentas internas digitais. Muitos se sentiram como se estivessem “ensinando manualmente os sistemas a substituí-los”, enquanto as ferramentas se mostravam ineficazes diante de processos complexos, regulamentações financeiras e decisões estratégicas.
Alguns acreditam que as demissões não refletem um domínio real da tecnologia, mas sim uma tentativa de Dorsey de recuperar a confiança dos investidores, após quedas no valor das ações ligadas a investimentos em criptomoedas, reposicionando a narrativa da empresa do “cripto” para “internet”.
Após o corte, os funcionários remanescentes passaram a trabalhar em “modo de sobrevivência”, com carga elevada de tarefas. Clientes também expressaram insatisfação com o desempenho das ferramentas digitais, como assistentes virtuais que davam respostas equivocadas ou sugeriam ações inadequadas, mostrando a limitação da tecnologia em decisões que exigem julgamento humano e sensibilidade.
Embora Dorsey afirme que a produtividade individual de programação aumentou 40% desde setembro do ano passado, muitos funcionários relatam “cansaço digital” e veem na transformação forçada uma ameaça à expertise e ao conhecimento acumulado ao longo dos anos.
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