O SuperCLUE recentemente divulgou seu relatório de avaliação de benchmarks de grandes modelos de IA para 2025, e ele causou bastante repercussão entre os entusiastas de tecnologia. No total, 23 modelos, tanto nacionais quanto internacionais, participaram dessa competição, cobrindo áreas como raciocínio matemático, raciocínio científico e geração de códigos, entre outras. O resultado revelou que os modelos de fontes fechadas internacionais continuam a liderar, com destaque para o modelo Claude-Opus-4.5-Reasoning, da Anthropic, que alcançou 68,25 pontos, ficando no topo do ranking.

Logo atrás, surgem o Gemini-3-Pro-Preview, do Google, e o GPT-5.2 (high), da OpenAI, com 65,59 e 64,32 pontos, respectivamente, mostrando que as gigantes do setor continuam a dominar o cenário. No entanto, o mais interessante foi observar o desempenho dos modelos nacionais, que também mostraram uma grande capacidade competitiva. Modelos como o Kimi-K2.5-Thinking, de código aberto, e o Qwen3-Max-Thinking, de código fechado, se destacaram, alcançando a quarta e sexta posição, com 61,50 e 60,61 pontos.
Em áreas específicas, os modelos nacionais brilharam ainda mais. O Kimi-K2.5-Thinking, por exemplo, ficou em primeiro lugar na geração de códigos, com uma impressionante pontuação de 53,33. Já o Qwen3-Max-Thinking se destacou na parte de raciocínio matemático, empatando no primeiro lugar com o Gemini-3-Pro-Preview, com 80,87 pontos. Esses resultados mostram que os modelos nacionais estão avançando de maneira impressionante, saindo da fase de “seguidor” para “competidor”, e estão mostrando grande potencial de desenvolvimento.
Embora os modelos internacionais de fontes fechadas ainda liderem o ranking geral, é notável o desempenho dos modelos abertos, principalmente os nacionais, que dominaram o Top 5. Isso reflete a crescente força e o grande potencial de inovação dos modelos de código aberto desenvolvidos no Brasil e em outros países. Com o avanço constante da tecnologia e o acelerado ritmo de pesquisa e desenvolvimento doméstico, podemos esperar mais surpresas e desafios na área de grandes modelos de IA nos próximos anos.
Esses resultados mostram um futuro promissor para a inteligência artificial no Brasil e no mundo, com um cenário cada vez mais competitivo e repleto de novas possibilidades para a internet e para a inovação digital.