Claro! Aqui está一篇基于你提供内容、用葡萄牙语(巴西)重新撰写、更符合巴西读者阅读习惯的全新文章(并且不包含中文,且如出现“AIbase”会替换为“internet”):

Ano Novo na China: IA transforma o Festival de Gala em uma experiência interativa histórica
A virada de ano de 2026 marcou um momento inédito na história da televisão chinesa. O tradicional Festival de Gala do Ano Novo Chinês, transmitido pela CCTV (a maior emissora estatal do país), realizou pela primeira vez uma grande experiência de criação coletiva em tempo real totalmente impulsionada por Inteligência Artificial.
O grande destaque dessa revolução tecnológica foi o Doubao, modelo de IA da ByteDance (empresa por trás do TikTok), que se tornou o principal motor das interações do público durante a transmissão.
Um recorde impressionante: 1,9 bilhão de interações em uma única noite
Segundo dados divulgados pela ByteDance, o evento registrou números gigantescos: foram 1,9 bilhão de interações com IA ao longo da noite de Réveillon.
O sucesso foi impulsionado principalmente pela campanha especial chamada “Doubao no Ano Novo”, que virou febre entre os usuários. A ação permitia que as pessoas criassem conteúdos personalizados para celebrar a chegada do Ano do Cavalo.
Os resultados mostram a força da tendência:
- Mais de 50 milhões de avatares temáticos gerados com IA
- Cerca de 100 milhões de mensagens de felicitações criadas automaticamente
- Ferramentas de geração de imagem e textos festivos se tornaram parte da comemoração popular
Em outras palavras: a IA deixou de ser algo distante e passou a fazer parte do ritual cultural do Ano Novo.
Pico de demanda: 63,3 bilhões de tokens em apenas 1 minuto
O momento mais crítico aconteceu às 21h46, quando os apresentadores anunciaram uma nova rodada de interação com o público. Foi aí que o sistema atingiu seu maior pico de processamento.
Durante esse minuto histórico, o modelo Doubao alcançou uma taxa de inferência de 63,3 bilhões de tokens por minuto, estabelecendo um novo recorde de desempenho.
Para sustentar esse volume absurdo de uso, a ByteDance contou com a infraestrutura da Volcano Engine, sua plataforma de nuvem e computação, que foi responsável por garantir estabilidade e fluidez mesmo com milhões de usuários acessando simultaneamente.
IA também brilhou no palco: arte e tecnologia em perfeita combinação
Além da interação com o público, a IA teve um papel ainda mais surpreendente: ela foi usada diretamente na criação visual dos espetáculos transmitidos ao vivo.
O grande protagonista dessa parte foi o modelo de geração de vídeo Seedance 2.0, que mesmo antes do lançamento oficial já foi integrado a vários números artísticos do evento.
Um show com estética de pintura tradicional chinesa
No espetáculo “Canção do Vento”, o Seedance 2.0 conseguiu reproduzir com extrema fidelidade o estilo de pinturas clássicas em tinta nanquim, respeitando texturas, traços e profundidade artística.
O resultado foi ainda mais impressionante porque o vídeo incluía movimentos complexos e cenas dinâmicas — como cavalos correndo — mantendo o visual artístico com realismo cinematográfico.
“Um mês, uma paisagem”: detalhes extremos em outro espetáculo
Já no show “Celebrando as Deusas das Flores”, o modelo foi utilizado para criar cenários únicos e personalizados para cada artista.
A proposta era ambiciosa: cada mês teria uma estética própria, com ambientes e flores diferentes, criando uma narrativa visual rica e altamente detalhada.
A combinação entre imagens geradas por IA e a expansão do palco físico através de efeitos digitais resultou em um formato inovador de storytelling visual, misturando o real e o virtual com fluidez.
Uma nova era: IA como parte da cultura popular
O que aconteceu no Réveillon chinês de 2026 vai além de números gigantescos e recordes técnicos. Esse evento mostra como a Inteligência Artificial está se tornando parte ativa do entretenimento e da cultura cotidiana.
A parceria entre Doubao e Volcano Engine não apenas provou capacidade tecnológica em escala extrema, mas também abriu caminho para uma nova forma de celebrar tradições: mais interativa, personalizada e conectada.
Com a IA entrando nas casas das pessoas através da TV e do celular, o Ano Novo não foi apenas comemorado — ele foi literalmente co-criado pelo público, em tempo real.
E se essa tendência continuar, talvez o futuro das grandes celebrações mundiais esteja justamente nisso: tecnologia não apenas como ferramenta, mas como parte da emoção coletiva.
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